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INVASÃO À MACAPÁPREV: ROUBO DE PCS E PROCESSOS LEVANTA SUSPEITA DE “QUEIMA DE ARQUIVO”

A sede da Macapá Previdência (MacapáPrev) foi invadida na madrugada de sábado (14/3), e a Polícia Civil instaurou um inquérito para apurar o roubo de computadores, processos e imagens das câmeras de segurança. A suspeita é de “queima de arquivo”, já que o roubo ocorreu semanas após o afastamento do prefeito Dr. Furlan (PSD) e a troca de gestão no órgão municipal.

Foram levados notebooks do ex-diretor Financeiro, Fabiano Gemaque Valente de Andrade, e da ex-chefe de gabinete da Presidência, Karyna Santos Ramos, ambos exonerados após a saída de Furlan. A investigação preliminar aponta que não houve arrombamento externo e que as comunicações dos sistemas foram cortadas durante o roubo.

A MacapáPrev enfrenta um rombo de R$ 221 milhões, e o Ministério da Previdência Social questionou o Tribunal de Contas do Estado sobre a situação. A principal linha de investigação é a destruição de provas sobre ilícitos cometidos na gestão previdenciária do município.

A Câmara Municipal de Macapá aprovou a instauração de uma comissão processante para investigar o vice-prefeito e a gestão da MacapáPrev. O Supremo Tribunal Federal (STF) determinou o afastamento do prefeito e do vice-prefeito no âmbito da Operação Paroxismo, que investiga fraude na licitação, desvio de recursos públicos e lavagem de dinheiro na construção do Hospital Geral Municipal de Macapá.

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