Moda “Cata Ovo”: Chapéu de Natanzinho Lima domina a última noite do Maior Réveillon da Amazônia

A última noite do Maior Réveillon da Amazônia, realizado pelo Governo do Estado do Amapá, foi marcada não apenas pelo som do arrocha, mas por uma invasão de estilo. O “Chapéu Cata Ovo”, acessório que se tornou a marca registrada do cantor Natanzinho Lima, foi o protagonista absoluto entre os foliões, consolidando-se como o símbolo fashion do evento.
O sucesso do acessório não ficou restrito ao palco. Para muitos trabalhadores autônomos, a popularidade de Natanzinho foi uma oportunidade de negócio. Antônio Souza, morador do bairro Laguinho, viu no chapéu a chance de garantir um faturamento maior na virada de ano. “Vim fazer uma renda extra e as vendas estão ótimas. O povo não quer só ver o show, quer estar caracterizado”, afirmou o vendedor, que esgotou parte do estoque antes mesmo do show principal.
Estilo por Amor e Homenagem
Entre o público, os motivos para aderir à moda eram variados. Para o paraense Rodrigo Pinto, de 40 anos, morador do Jardim Felicidade 1, o uso do acessório foi uma prova de companheirismo. “Vim para acompanhar o estilo a pedido da esposa. Ela queria que estivéssemos combinando com a energia do show”, contou bem-humorado.
Já para os fãs mais jovens, o chapéu é uma forma de conexão direta com o ídolo. Marcos Vinicius, de 20 anos, vindo do bairro Muca, não pensou duas vezes antes de adquirir o seu. “Comprei para ficar no estilo e homenagear o cantor. O Natanzinho representa a gente, e o chapéu é o diferencial dele”, destacou o jovem.
O fenômeno do “Cata Ovo” no Amapá reforça o impacto cultural dos artistas nacionais na moda local, transformando grandes eventos públicos em vitrines de tendências e motores para a economia criativa do estado.




